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28 de setembro de 2016

A arte de não ter diploma… E tá tudo bem!

Life Style

 

Baseado no post da Rê (Mulher vitrola) eu vim aqui hoje falar de um assunto que me assombra e com certeza assombra várias pessoas também: o diploma.

Hoje, em todo lugar se fala em diplomas, certificados, faculdade, cursos técnicos, profissionalizantes e blablabla…

Eu sinceramente gostaria de morar na Noruega quando vejo pessoas e empresas que ditam que pra você atuar em certa área você precisa ser graduado em alguma coisa e provar isso com papéis assinados.

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Eu não tenho diploma e tá tudo bem, não me martirizo por isso e nem quero me enlouquecer por não ter condições de pagar 800pilas numa mensalidade de faculdade ou mesmo 600pilas em um curso técnico.

Eu sou uma pessoa super autodidata e tudo que sei (e sei fazer muito bem obrigada) eu aprendi na internet, em pesquisas na madrugada, e por horas a fio coloquei o que eu sei em prática.

 

O único curso que entrei pra fazer eu entrei como intuito de apenas pegar o diploma pra conseguir provar pra algumas empresas que eu sei fazer aquilo. Mas não finalizei o curso, não compareci na formatura, então meu diploma esta impedido há uns 3 anos e eu não me importo com isso, porque eu já sabia fazer toda a matéria da grade antes mesmo de entrar pro curso e continuo sabendo, só que com o conhecimento muito mais apurado.

 

Mas se você é bom em desenhos, em computador, em mão de obra pesada, em colorir, pra que provar isso com um certificado? Prove isto com seu trabalho, um portfólio e mostre pra “socyedady” que você é bom no que faz e que também merece uma chance no “world”.

Acho que deveriam dar mais valor ao conhecimento do que a um pedaço de papel. Mas não sou God né genthy!

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Não falo de engenheiros, contadores, médicos, etc… Porque esses exigem um alto conhecimento fodástico com cadastros em creas, crcs, crms enfim, órgãos pra fiscalizar o que fazem, senão, o que seriam da gente não é mesmo?

 

 

Mas nós, designers, programadores, desenhistas, redatores, e até blogueiros, pensadores, recicladores, organizadores…

Nós, que temos Money escasso, e que de alguma forma sabemos fazer algo bem feito e que merecemos uma chance no mercado como qualquer outra pessoa.

Nós merecemos e teremos nossa vez, podem acreditar! Com esforço, amor e dedicação continuaremos a fazer o que mais gostamos sem ter que ficar 4 anos sentados.

 

 

Ah! Eu sou bom com pessoas, sei lidar, gerenciar e sou um líder nato, porque exigem de mim um diploma de administrador? Se eu vou apenas ser gerente de uma loja? Eu sei fazer o serviço poxa. ?

 

Mas tá, blz! Bola pra frente! Não vou chorar por isso, mas um dia serei tão grande quanto os meus sonhos.

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16 de fevereiro de 2016

Uma nota sobre o comodismo

Geral

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Hoje o assunto do blog será um pouco mais realista, não sobre moda ou maquiagem, ou mesmo look, mas algo que vemos muito por aí em váários relacionamentos: o comodismo.

Sabe quando você acha que não falta mais nada no seu relacionamento? Que ele está do jeito que a você sempre quis?
Sabe quando você olha pra pessoa e pensa: Pronto, está tudo na mais santa paz, não preciso de mais nada.
Então minha amiga ou meu amigo, tenho uma notícia pra te dar. Você entrou no estágio que se chama comodismo.

Comodismo no dicionário significa: Acomodado, desmotivado e aceitação.

Pra mim comodismo não quer dizer estável, mas sim desmotivado, como o dicionário mesmo diz. Querendo deixar as coisas como estão com medo de estragar ou nesse caso, do relacionamento acabar.

Comodismo é aceitar as coisas como estão e se encaixar nelas.

Pra se ter um relacionamento saudável e “feliz” o que precisa passar longe é o comodismo, porque é daí que surgem os outros problemas, problemas esses que normalmente são escondidos para que eles não fiquem em evidência, em, até então, um relacionamento estável.

Aí o que fazemos é varrer esse problema (grande ou pequeno) pra deixo do tapete, sorrir e fingir que nada está acontecendo.

Então, entrando no assunto do relacionamento saudável: Acho que precisamos sair da zona de conforto em que vivemos, ir a lugares inusitados (Não estou falando de casa de swing não heim, haha), buscar o novo, aquilo que os dois gostam de fazer mas que tem tempos que não fazem por conta da rotina de trabalho/casa ou trabalho/faculdade/casa.
Quando alguém quer estar com alguém, ela faz de tudo, sai do comodismo e coloca o amor a prova, só assim saberá se esse relacionamento vale a pena ou não ser mantido ou levado à frente, com planos e metas a dois.

Eu por exemplo, cheguei no estado de comodismo, a ponto de ter preguiça de discutir algo e apenas concordar pra não ter que ouvir sobre esse problema. E é sob essa tensão que escrevo agora, que acabo de perceber que o comodismo não tem que estar na vida de ninguém. A menos que você seja doente o suficiente de prender essa pessoa e não deixar ela se relacionar com ninguém.

Se você está satisfeito com essa vidinha, que fique nela sozinho ou sozinha. Não tente levar a outra pessoa junto não, todos merecem ser felizes.

A vida é cheia de coisas legais pra não ficarmos parados nela sem fazer nada.

O medo de estar só está nos consumindo, vamos colocar a cara pra bater, lá na frente a vida nos prepara uma surpresa, mas cabe a nós colocar o pé a frente e ir ao encontro dela.

 

No final das contas, é você que tem querer sempre o melhor pra você o melhor para o seu relacionamento, queira mais, sempre mais, queira o que você quer, o que você almeja e deixe esse medo de lado.

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